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ARALIACEAE |
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Classificação Botânica
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Apiales
Família: Araliaceae
Gênero: Tetrapanax
Espécie: T. papyriferum |
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| Descrição botânica |
| Família de espécies arbustivas ou arbóreas, às vezes ervas e lianas, caracterizadas por folhas de formas variadas e flores pequenas, produzidas em grande panículas. Folhas alternas, raramente opostas ou verticiladas, geralmente compostas e menos freqüentemente simples, com ou sem estípulas. Inflorescência em umbela simples ou composta; flores minúsculas, sem interesse decorativo, comumente bissexuadas, actinomorfas, diclamídeas, ocasionalmente monoclamídeas, cálice pentâmero, dialissépalo, comumente pouco desenvolvido; corola geralmente pentâmera, freqüentemente dialipétala, prefloração imbricada ou valvar; estames numerosos; ovário normalmente ínfero; pluricarpelar, plurilocular, placentação pêndula, lóculos geralmente uniovulados. Frutos do tipo baga ou drupa, ocasionalmente esquizocárpico. |
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| Ocorrência |
| Araliaceae apresenta distribuição cosmopolita, concentrada principalmente nas regiões tropicais, abarcando quase cerca de 1500 espécies repartidas em quase 50 gêneros; no Brasil são conhecidas aproximadamente 50 espécies distribuídas em 6 gêneros. |
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| Uso paisagístico |
| Algumas espécies são adequadas para plantio isolado ou em grupos, além de comporem plano de fundo e cercas-vivas; outras são ideais para forrações ou para subir em muros e paredes; quando jovens podem ser utilizadas como plantas de vasos. |
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| Gêneros |
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| Aralia, Cussonia, Dendropanax, Dizygotheca, Fatsia, Hedera, Polyscias, Schefflera, Tetrapanax, Pentapanax, Trevesia. |
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| Principais espécies |
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| Foto: J. B. Sodré |
| Dizyotheca elegantissima |
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| Descrição |
| Espécie arbustiva, lenhosa, com o passar dos anos, esguia, com até 5 m. de altura, originária das Ilhas Novas Hébridas. Folhas divididas em numerosos folíolos estreitos, de margens denteadas e onduladas nas cores verde ou marron-avermelhada. Inflorescência ramificada, sem interesse ornamental. Propaga-se por sementes e por estacas postas para enraizar em ambientes de estufa. |
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| Uso paisagístico |
| Quando novas os folíolos são bem finos e delicados, de cor metalizada, podendo ser utilizadas como plantas de vaso, fazendo composição com outras espécies menores; quando adultas, os folíolos vão se tornando verdes e muito mais largos, sendo ideais para canteiros a céu aberto, isolada ou formando conjuntos ao longo de muros e paredes. |
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| Foto: J. B. Sodré |
| Hedera canariensis |
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| Descrição |
| Espécie originária das Ilhas Canárias e África, semi-lenhosa, de comportamento reptante ou ascendente, apresentando muita variedade na folhagem, com formas e tamanhos diversos. Suas folhas são lobadas, nas cores verde ou variegada. Inflorescência de valor secundário e dificilmente vista em nossas regiões. Propaga-se pela separação da ramagem já enraizada. |
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| Uso paisagístico |
| Planta cultivada pela folhagem, ideal para vasos e jardineiras suspensas, para subir em muros, paredes ou suportes; também utilizada como forração de canteiros ou revestimento de taludes, à meia sombra ou pleno sol. |
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| Foto: J. B. Sodré |
| Polyscias scutellaria |
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| Descrição |
| Planta arbustiva, semi-lenhosa, ereta, ramificada, com até 2,5 m. de altura, originária da Nova Caledônia. Espécie cultivada pela folhagem, constituída de desenhos arredondados e margens onduladas. Inflorescência sem valor ornamental, com surgimento ocasional e muito raro em nossas regiões. Propaga-se facilmente por estacas. A foto apresentada acima é uma forma variegada com margens brancas. |
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| Uso paisagístico |
| Espécie tradicionalmente cultivada como exemplar de vasos, nos interiores das residências; nos jardins deve ser cultivada à meia-sombra como planta isolada ou em grupos. |
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| Foto: J. B. Sodré |
| Schefflera actinophylla |
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| Descrição |
| Planta arbustiva, de grande porte, lembrando formato de arvore, semi-lenhosa, originaria da Austrália com até 8m. de altura. Folhagem ornamental formada por folhas compostas digitadas, coriáceas, presas a longos pecíolos. Inflorescência terminal, volumosa e ramificada, de relevante valor decorativo. Propaga-se freqüentemente por sementes e eventualmente por alporquia ou estacas. |
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| Uso paisagístico |
| Espécie ideal para composição de espaços amplos, como exemplar isolado, formando grupos ou renques; quando jovens, são utilizadas também como planta de vaso. |
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| Foto: J. B. Sodré |
| Schefflera arboricola |
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| Descrição |
| Espécie arbustiva, semi-lenhosa, ramificada, com até 8 m. de altura, originária da Austrália e Taiwan. Folhagem muito ornamental, formada por folhas compostas do tipo palmada, coriáceas, verdes ou variegadas. Inflorescência terminal, formada por flores pequenas branco-creme seguidas de frutificação alaranjada, muito ornamental, volumosa, nas cores vermelha ou amarela, conforme a espécie. Propaga-se por estacas ou rebentos. |
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| Uso paisagístico |
| Planta apreciada pela folhagem de desenhos amplamente decorativos, cultivada em jardins como exemplar isolado, em grupos, formando renques, maciços, à meia-sombra ou pleno sol. Requisitadas também como planta de vaso para interiores bem iluminados. |
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| Outras espécies |
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| Foto: J. B. Sodré |
| Polyscias guilfoylei |
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| Foto: J. B. Sodré |
| Schefflera arboricola "variegata" |
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