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  ARECACEAE
   
 
Classificação Científica

Divisão: Magnoliophyta
Classe: Liliopsida
Ordem: Arecales
Família: Arecaceae
Gênero: Licuala
Espécie: L. amplifrons
 
Descrição botânica
Família botânica de enorme importância paisagística, posicionada na classe liliopsida (plantas monocotiledôneas) com silhueta característica e bem definida, facilitando, desta forma, sua fácil identificação. As inúmeras espécies apresentam portes variados, desde pequenas plantas com cerca de 1m de altura até as espécies colossais que podem atingir mais de 40m. O tronco, denominado estipe, é geralmente lenhoso, solitário ou múltiplos, comumente revestido por espinhos, podendo ainda ser subterrâneo ou, mais raramente, na forma de liana. As folhas, agrupadas no topo do estipe, podem assumir a forma de um capitel (palmito), visível e decorativo em algumas espécies, protegendo a gema de crescimento. As folhas, simples ou compostas, são presas aos estipes através de bainhas bem desenvolvidas, seguidas do pecíolo que serve de ligação entre essas e a lâmina da folha. Nas folhas compostas do tipo pinada ou bipinada o pecíolo é seguido por uma estrutura central chamada de raque, na qual se prendem os folíolos; bainha, pecíolo e raque eventualmente são revestidos por espinhos. A inserção das folhas são alternas e frequentemente espiraladas. As folhas simples apresentam formas inteiras ou palmadas (leque). As inflorescências, frequentemente axilares, subfoliares ou interfoliares e muito raramente terminais, apresentam-se na forma de espádice protegidas por brácteas (espatas), geralmente lenhosas (cimba); flores normalmente sésseis, pequenas, porém numerosas, unissexuadas em plantas monóicas ocasionalmente em plantas dióicas, eventualmente bissexuadas, actinomorfas, quase sempre diclamídeas e heteroclamídeas; cálice trímero, gamossépalo ou dialissépalo; corola trímera, gamopétala ou dialipétala; pré-floração imbricada nas flores femininas e frequentemente valvar nas masculinas; androceu com 6 estames dispostos em 2 séries de 3, livres ou unidos entre si, anteras rimosas, gineceu em geral gamocarpelar, tricarpelar, ovário súpero com 1 a 5 lóculos férteis, uniovulados, placentação comumente axial, nectários ocasionalmente presentes. Fruto do tipo drupa, menos frequentemente baga, normalmente com uma única semente.
 
Ocorrência
A família Arecaceae distribui-se abundantemente por todas as regiões tropicais do mundo e suas espécies estão presentes indistintamente em qualquer tipo de habitat, com predominâncias nas regiões de florestas úmidas. Poucas são as espécies que naturalmente crescem fora dos trópicos. Mesmo não havendo consenso, estima-se que existam aproximadamente 2600 espécies em mais de 200 gêneros; no Brasil são 40 gêneros e mais de 200 espécies conhecidas.
 
Uso paisagístico
Plantas de grande potencial paisagístico, embora as espécies brasileiras ainda estão pouco exploradas. Nas composições definem o mais autêntico tropicalismo com suas formas airosas e esbeltas, produzindo belos efeitos ornamentais em qualquer espaço ajardinado. As espécies altaneiras são ideais para grandes espaços de parques, avenidas e jardins campestres, enquanto que as menores, comumente cultivadas à meia-sombra, são apropriadas para vasos de interiores e jardins protegidos do sol pleno.
 
Gêneros
 
 
Acoelorrhaphe, Acrocomia, Actinokentia, Aiphanes, Allagoptera, Archontophoenix, Areca, Arenga, Astrocaryum, Attalea, Bactris, Bismarckia, Borassus, Brahea, Butia, Calamus, Carpentaria, Caryota, Ceroxylon, Chamaedorea, Chamaerops, Chambeyronia, Cocos,Coccothrinax, Copernicia, Corypha, Cyrtostachys, Desmoncus, Dictyosperma, Dypsis, Elaeis, Euterpe, Gastrococos, Gaussia, Geonoma, Howeia, Hydriastele, Hyophorbe, Hyphaene, Iriartea, Iriartella, Jubaea, Latania, Leopoldinia, Licuala, Linospadix, Livistona, Lodoicea, Lytocaryum, Mauritia, Nypa, Oenocarpus, Orbignya, Phoenix, Pinanga, Pritchardia, Ptychosperma, Raphia, Ravenea, Reinhardtia, Rhapis, Roystonea, Sabal, Syagrus, Trachycarpus, Thrinax, Veitchia, Verschaffeltia, Washingtonia, Wodyetia, Zombia.
 
 
Principais espécies
 
Foto: J. B. Sodré
Acrocomia aculeata
 
Descrição
Espécie originária do Brasil com ocorrência marcante em áreas de vegetação aberta. Apresenta estipe solitário com até 15m de altura, recoberto por restos de bainha e espinhos escuros e agressivos. Folhas pinadas, compridas, de aspecto crespo, também associadas a espinhos. Inflorescências interfoliares vistosas, formadas por flores amareladas. Frutos globosos, de tamanho médio, na cor acastanhada quando maduros. Multiplica-se exclusivamente por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira elegante, com folhagem decorativa, de relevante potencial ornamental, ideal para espaços amplos, longe de trânsito das pessoas, como caminhos e outras circulações, principalmente nos parques e jardins espaços.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Archontophoenix cunninghamii
 
Descrição
Espécie originária da Austrália, de estipe solitário, anelado e esbelto, apresentando palmito espesso e muito vistoso, folhagem pinada, arqueada, composta por pinas longas e planas. Inflorescências subfoliares, abaixo do palmito, em vistosos cachos brancos ou púrpuros. Frutos globosos, pequenos, na cor vermelho-brilhante, quando maduros, muito ornamentais. Propaga-se facilmente por sementes.
 
Uso paisagístico
É uma das palmeiras mais utilizadas em nossos jardins, devido ao seu crescimento rápido, além de porte gracioso e conjunto de folhas elegantemente arqueadas, aliados à beleza da inflorescência e frutificação. Aparece em composições paisagísticas, criando alamedas ou conjuntos isolados.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Areca vestiaria
 
Descrição
Planta pertencente a um dos mais importantes gêneros da família Arecaceae, com cerca de 50 espécies amplamente distribuídas pela Índia, Malásia, Filipinas, Indonésia e sul da China, habitando geralmente áreas de extratos inferiores das florestas. Apresenta estipes solitário ou múltiplos, com palmito aparente, atingindo até cerca de 5m de altura. Folhas pinadas, com pinas largas, muito ornamentais. Inflorescências subfoliares, curtas, com flores miúdas e discretas. Frutos pequenos, ovóides, na cor vermelha, quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta bastante utilizada em locais protegidos do sol direto, formando grupos, ou em plantios isolados. As formas de estipes múltiplos são ideais para composições de vasos. É das mais atraentes do gênero, contudo, ainda pouco presente em nossos jardins devido ao alto valor comercial de suas mudas.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Bismarckia nobilis
 
Descrição
Única espécie do gênero, nativa de Madagascar, atingindo por volta de 12m de altura, com estipe solitário, robusto e retilíneo. Folhagem palmada, verde-azulada, muito vistosa, de consistência rígida, chegando o seu limbo alcançar 3m de diâmetro. Inflorescências interfoliares, longas e ramificadas, seguidas de frutos pretos quando amadurecidos. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira altamente decorativa pela sua impressionante coroa de folhas verde-azuladas. Ideal para formar grupos em locais amplos e abertos onde possa mostrar seu potencial ornamental.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Butia capitata
 
Descrição
Espécie pertencente a um gênero de plantas bem brasileiras, de porte pequeno a médio, com até 6m de altura, estipe solitário e robusto, marcado por textura oriunda do desprendimento das folhas velhas. Folhagem pinada, com pinas rígidas e estreitas, na cor verde-acinzentada, presas a pecíolo bastante arqueado. Inflorescências interfoliares, pendulares e ramificadas na cor esbranquiçada. Frutos pequenos, amarelo-claros quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira largamente utilizada em nossos jardins, devido à imponência do seu porte, aliado à beleza de suas folhas, elegantemente arqueadas. Cultivada a pleno sol como planta isolada ou formando conjuntos.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Caryota mitis
 
Descrição
Planta originária da Índia e sudeste Asiático, com altura em torno de 6m, conforme a espécie. Apresenta conformação de touceira densa, devido aos estipes que vão se aglomerando ao longo do ciclo de vida da planta. Folhagem bipinada, grande, constituída por pinas recortadas nas extremidades, lembrando cauda-de-peixe, sugerindo seu nome popular. Inflorescências interfoliares, agrupada em cachos pendentes e curtos, na cor avermelhada, quando maduros. Propaga-se por sementes e divisão de touceira.
 
Uso paisagístico
Palmeira muito requisitada nos locais abertos e ensolarados de parques, avenidas e jardins espaçosos, produzindo notável efeito ornamental, na formação de grupos, fileiras ou plantadas isoladamente. O ciclo vital é determinado pela última floração que ocorre de cima para baixo, provocando o fenecimento lento da planta.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Caryota urens
 
Descrição
Planta originária da Índia e Malásia, de porte médio para grande, podendo atingir mais de 15m de altura. Estipe solitário, robusto e altaneiro, marcado por anéis brilhantes provocados pelos desprendimentos das folhas velhas. Folhagem bipinada, bastante grande, constituída por pinas recortadas nas extremidades, em forma de cunha, lembrando cauda-de-peixe, justificando seu nome popular. Inflorescências interfoliares, pendulares e volumosas na cor verde. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira impressionante pelo conjunto do estipe e sua esplendida folhagem, muito difundida nos grandes jardins e espaços públicos. Sugere composições isoladas, agrupadas ou formando fileiras, a sol pleno. Seu ciclo vital é determinado pela última frutificação na base da planta.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Chamaedorea elegans
 
Descrição

Palmeira dioica, originária do México e Guatemala, de porte pequeno, com altura inferior a 2 metros, apresentando estipe solitário e fino. Quando nova, as folhas aglomeram-se desde a base, configurando aspecto denso; com o passar dos anos o estipe fica descoberto, lembrando bambu. Folhas pinadas, constituídas de pinas curtas, largas e lanceoladas. Inflorescência interfoliar, ramificada e voltada para cima, na cor amarelo-alaranjada. Frutos pequenos, presos a hastes avermelhadas, arredondados e negros quando maduros. Propaga-se por sementes.

 
Uso paisagístico
Palmeira ideal para composições em pequenos espaços, agrupadas em conjuntos ou formando maciços. Espécie de uso frequente em vasos de interior. A inflorescência realça bastante a beleza da planta.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Chamaerops humilis
 
Descrição
Espécie originária da região Mediterrânea, de porte pequeno, atingindo até 4m de altura, estipes frequentemente múltiplos, curvos, marcados por cicatrizes foliares, formando touceira densa. Folhagem palmada na cor verde ou acinzentada, conforme a variedade; a lâmina da folha apresenta-se profundamente dividida, enquanto que os pecíolos são armados por espinhos pequenos e recurvados. Inflorescência interfoliar com cachos curtos de flores creme-amareladas. Propaga-se por sementes ou separação de mudas que surgem ao lado da planta-mãe.
 
Uso paisagístico
Frutos pequenos na cor castanha. Palmeira de crescimento lento, porém muito bonita, valorizando qualquer composição paisagística. O conjunto dos estipes inclinados com suas belas folhas em leque empresta-lhe um visual magnífico, sendo ideal para formar conjuntos ou para plantio isolado.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Cocos nucifera
 
Descrição
Espécie das mais populares em todo o mundo, com origem incerta, embora observa-se ocorrência espontânea no litoral brasileiro, mais precisamente entre Rio Grande do Norte e Bahia. Apresenta porte médio para grande, atingindo até 20m de altura; contudo, as variedades dos híbridos são menores, frutificando precocemente, motivo que os leva a ser chamados de anãs. Seu estipe solitário apresenta-se revestido de fibras, retilíneo ou curvado, principalmente nos locais onde são molestados pelos ventos. Folhagem composta por pinas planas na cor verde forte. Inflorescência interfoliar, creme, ininterrupta ao longo do período produtivo. Frutos grandes, muito decorativos. Palmeira de grande importância econômica em todo o mundo devido a seu fruto do qual se extrai água para consumo in natura; outras partes são usadas para fabricação de doces, recipientes e substratos para plantas. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Sua função paisagística torna-se cada dia mais presente nos jardins tropicais, com seu porte gracioso integrado à beleza exótica dos frutos, valorizando sobre maneira qualquer composição. Ideal para formação de agrupamentos, principalmente próximo a espelhos d’água e piscinas.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Copernicia macroglossa
 
Descrição
Espécie exótica de porte pequeno, com até 6m de altura, originária de Cuba, com estipe solitário, revestido pelo aglomerado de folhas secas, persistentes, durante grande parte do ciclo vital da planta. Folhagem palmada com recortes profundos, rija, pecíolo curto, disposta densamente. Inflorescência interfoliar, ramificada e longa, excedendo o limite da folhagem. Frutos pequenos, globosos, escuros quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta ainda pouco utilizada em nossos jardins. Não obstante, seu grande potencial ornamental. O crescimento muito lento justifica sua presença apenas nos cultivos particulares de coleção.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Corypha umbraculifera
 
Descrição
Planta exótica, originária da Índia e Ilha Sri Lanka, de grande porte, chegando a ultrapassar 20m de altura, estipe solitário, robusto, retilíneo e revestido pelos restos de bainhas das folhas velhas desprendidas. Folhagem densa, com folhas digitadas de grandes dimensões e sustentadas por fortes pecíolos. Inflorescência terminal, muito ramificada, na cor creme, impressionante pelo imenso volume que surge acima da coroa de folhas, podendo atingir até 5m de altura. A inflorescência que só ocorre em média aos 50 anos de vida da planta, determina sua morte paulatina. Frutos na cor castanha quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira ainda pouco difundida no Brasil, contudo, de extraordinária beleza e porte grandioso até o início da floração, quando a planta entra em decadência. Contudo, uma espetacular florada surge para finalizar seu ciclo vital. Seu uso fica restrito às composições de grandes espaços, como parques e jardins públicos.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Cyrtostachys renda
 
Descrição
Espécie originária da Tailândia, Malásia, Sumatra e Borneu, de porte pequeno a médio, com até 8m de altura, apresentando estipes múltiplos, esguios, visivelmente anelados, com palmito muito vistoso, na cor vermelho-brilhante. Folhagem pinada, arqueada, constituída por pinas longas e planas. Inflorescências subfoliares formadas por flores pequenas que se transformam em frutinhos vermelhos quando maduros. Propaga-se por sementes ou divisão de touceiras.
 
Uso paisagístico
Cyrtostachys renda é uma das mais belas palmeiras, com seu palmito bastante ornamental e folhas elegantemente pinadas, com pecíolo, também colorido de vermelho, porém, pouco difundida em nossos jardins, devido à falta de disponibilidade de mudas no mercado e do alto valor comercial. Nos jardins deve ser cultivada em espaços protegidos do sol forte.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Dypsis decaryi
 
Descrição
Espécie originária de Madagascar, de porte pequeno a médio, até 6m de altura, estipe solitário, de uma característica peculiar, em função das bainhas da folha que formam 3 quinas, fato que provoca seu nome popular e a torna facilmente reconhecida. Folhagem pinada, arqueada no extremo, com folíolos finos na cor verde-acinzentada. Os folíolos inferiores transformam-se em filamentos pendentes, enquanto que um polvilhamento branco recobre as folhas desde o pecíolo. Inflorescência interfoliar, votada para cima, com frutos arredondados, amarelo-pálidos, quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira que se tornou muito popular nos últimos anos, sendo largamente utilizada nos jardins devido ao atrativo do estipe triangular criado pela distribuição trística das folhas verde-acinzentadas, que no conjunto lembram um gracioso espanador. Aparecem distribuídas na composição paisagística isoladas, em grupos ou fileiras. São consideradas mais atraentes enquanto o tronco se mantém triangular com as bainhas das folhas, ainda aderentes, próximo ao solo.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Dypsis lutescens
 
Descrição
Espécie originária de Madagascar, de porte médio a grande, podendo ultrapassar 10m de altura. Seus estipes múltiplos delgados, marcados por anéis, formam touceiras densas devido ao surgimento constante de novas mudas. Folhagem pinada, com folíolos lanceolados e compridos, dispostos de maneira plana e uniforme ao longo da ráquis, revestida na cor verde-amarelada. Inflorescência subfoliar, ramificada na cor amarelada. Frutos pequenos, ovalados, na cor amarela. Propaga-se por sementes
 
Uso paisagístico
Uma das palmeiras mais populares no Brasil, sendo largamente cultivada, tanto nos vasos, como nos jardins, já há muitos anos. Adequada para uso isolado, onde cria belo efeito decorativo, proporcionada pela luxuriante folhagem. O baixo valor comercial facilita sua disseminação nas áreas ajardinadas.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Dypsis madagascariensis
 
Descrição
Espécie originária de Madagascar, de porte médio a grande, podendo ultrapassar 8m ou mais de altura. Estipe solitário, muito atraente, na cor verde-acinzentado, marcado por anéis proeminentes e contrastantes. Folhas pinadas, presas ao estipe com as bainhas formando discreta quina triangular. Folíolos alongados, dispostos em angulações diferentes, dando à folha aparência crespa. Inflorescência interfoliar, muito ramificada, com flores amarelas que se transformam em cachos com numerosos frutos ovais na cor amarelo-acastanhados. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira cada vez mais freqüente em nossos jardins, tanto particulares, quanto públicos. O conjunto do estipe esbelto com a bela coroa de folhas crespas lhe proporciona um efeito notável. Planta ideal para espaços abertos, criando conjuntos isolados ou dispostas em fileiras.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Euterpe edulis
 
Descrição
Espécie nativa do Brasil, espontânea nas regiões sul, sudeste e centro-oeste, de porte alto, atingindo aproximadamente 20m de altura, com estipe solitário esbelto coroado por um palmito desenvolvido. Folhas pinadas, compostas por folíolos verde-escuros, finos, mais ou menos pêndulos, que se dispõem regularmente ao longo da ráquis. Inflorescência subfoliar, na base do palmito, ramificada e pendular. Frutos esféricos, pequenos, que se tornam escuros quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira conhecida pelo alto valor comercial; dela se extrai o conhecido palmito, vendido em conserva ou ao natural. Possui belo efeito ornamental, sendo muito empregada nas composições paisagísticas.

 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Euterpe oleracea
 
Descrição
Espécie nativa do Brasil, com ocorrência principalmente na região amazônica além do Maranhão, de porte grande, aproximadamente 20m, com estipes múltiplos, levemente inclinados, formando touceira densa. Folhagem pinada com folíolos verde-escuros, planos, finos e dispostos regularmente ao longo da ráquis. Inflorescência subfoliar, abaixo do palmito, ramificada. Frutos pequenos, esféricos na cor escura quando maduros. Propaga-se por sementes e divisão de touceira.
 
Uso paisagístico
Palmeira importante sob ponto de vista econômico, sendo explorados da espécie o palmito, largamente consumido em conservas, e o fruto do qual se extrai o suco de açaí. Bastante utilizada no paisagismo regional, devido ao grande potencial ornamental, produzido pela luxuriante massa de folhas pinadas. Exige locais amplos, sendo mais comum vê-las em grandes jardins espaçosos, parques e avenidas.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Hyophorbe lagenicaulis
 
Descrição
Espécie originária das Ilhas Mascarenhas, com estipe solitário de forma bizarra, ornamental, com até 4m de altura, uma das menores do gênero, de palmito volumoso, visível, com pequeno número de folhas pinadas, com pinas dispostas uniformemente no mesmo plano. Inflorescências subfoliares, ramificadas, com frutos ovalados em grandes quantidades, pardacento quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta de belo efeito decorativo, além de muito curiosa devido à forma dilatada do estipe, requisitada para jardins residenciais e outros espaços enslarados, criando composições atraentes em meio aos gramados.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Latania lontaroides
 
Descrição
Espécie pertencente a um gênero de plantas originárias das Ilhas Mascarenhas, dióica, com estipe robusto, solitário, atingindo cerca de 10m de altura, encimado por folhagem palmada, de aspecto vistoso, sustentada por pecíolos altamente decorativos na cor avermelhada. Inflorescências interfoliares com flores unissexuadas. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta de notável beleza, proporcionada pelo seu porte e folhagem. São ideais para cultivo em espaços abertos e ensolarados, plantada isolada ou formando agrupamentos. Palmeira de introdução recente em nossos jardins.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Licuala grandis
 
Descrição
Espécie originária do sudeste da Ásia e Austrália, de porte pequeno, podendo atingir até 4m de altura, de estipe solitário e esguio, na cor pardacenta com anéis discretos. Folhagem em leque, com desenho arredondado, textura brilhante, marcadas por plissados e um leve denteamento nas margens. Apresenta espinhos ao longo do pecíolo. Inflorescência interfoliar, longa e ramificada. Espigas de frutos muito decorativos na cor vermelha. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
É a espécie mais difundida do gênero, sendo muito usada como planta de vãos de interior. Produz grande efeito decorativo devido a sua magnífica folhagem em leque, que se abre no plano vertical ou oblíquo. Deve ser cultivada em áreas de meia-sombra, criando detalhes ou maciços na composição. Nos exemplares adultos a frutificação vermelha lhes acrescenta maiores atrativos.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Livistona chinensis
 
Descrição
Espécie originária da China, de porte grande, atingindo até 18m de altura. Estipe solitário, retilíneo, marcado por anéis proeminentes verdes e brilhantes. Folhagem em leque, fendida até a base do limbo e com pecíolos compridos, revestida por espinhos recurvados. Inflorescência interfoliar, ramificada, com flores esbranquiçadas que resultam em frutos ovalados na cor verde-azulado quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
É a palmeira em leque mais difundida no Brasil, sendo cultivada desde longa data, como planta de interior em locais bem iluminados. Nos jardins exige locais bem iluminados. Nos jardins exige locais amplos para abrir sua imponente coroa de folhas digitadas. Nas composições de jardins a planta aparece isoladamente ou em grupos, criando detalhes ou maciços.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Lytocaryum weddellianum
 
Descrição
Espécie nativa da Mata Atlântica, com ocorrência nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, de porte pequeno por volta de 4m de altura, com estipe solitário, delgado, fibroso, não excedendo a 8cm de diâmetro na planta adulta. Folhagem pinada com pinas compostas de folíolos planos, bastante finos na cor verde-escura e brilhantes. Inflorescência interfoliar em cachos de flores branco-amareladas, frutos ovalados e amarronzados quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Devido ao seu porte pequeno, com folhagem muito ornamental, aliados a pouca exigência de luz, faz desta palmeira uma atrativa planta para vasos de interiores. Nos jardins deve ser plantada à meia-sombra para compor conjuntos isolados ou maciços.
 
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Mauritia flexuosa
 
Descrição
Planta nativa do Brasil, com ocorrência em quase todas as regiões de matas ciliares e alagadas do país, de porte grande, passando dos 20m de altura, com estipe solitário, robusto e liso, marcado por anéis discretos. Folhas grandes, em leque com limbo profundamente recortado, costapalmadas, de pecíolos compridos com até 4m. Inflorescência interfoliar, ramificada e volumosa. Frutos arredondados, de tamanho médio até 5cm de diâmetro, revestidos por escamas avermelhadas e lustrosas. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Embora seja a palmeira nativa mais presente no Brasil e com grande importância econômica, o buritizeiro, raramente aparece nos jardins. De porte altaneiro e majestoso, a planta exige locais amplos para abrir sua bela coroa de folhas palmadas. São ideais para parques, praças e jardins espaçosos.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Phoenix canariensis
 
Descrição
Planta originária das Ilhas Canárias, de grande porte, atingindo próximo de 20m de altura. Estipe solitário, altaneiro, robusto e retilíneo, com textura lembrando cicatrizes muito decorativas, provenientes dos restos de folhas desprendidas. Folhagem pinada, compacta com folíolos lineares, rígidos, na cor verde-escuros, sendo que os da base do pecíolo enrijecem e se transformam em espinhos. Inflorescência interfoliar, ramificada, amarelo-alaranjada. Frutos decorativos com aspecto dourado. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Talvez seja a palmeira mais empregada no paisagismo em todo o mundo, devido a sua alta rusticidade. Seu incomparável estipe, robusto, de consistência lenhosa com sua impressionante coroa de folhas pinadas, emprestam-lhe uma singular beleza quando adultas, sendo indicada para locais amplos. Na idade juvenil podem ser utilizadas como planta de vãos. Nas composições paisagísticas ocupam posições de destaque, criando conjuntos isolados ou constituindo fileiras.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Phoenix roebelinii
 
Descrição
Planta originária da Índia, Vietnã e Cochinchina, de porte pequeno, atingindo até 3m de altura. Estipe solitário e esbelto, retilíneo ou não, com cicatrizes marcantes à medida que vai envelhecendo. Folhagem pinada, com folhas compostas de folíolos bastante finos, dispostos organizadamente, pendentes, com os da base do pecíolo transformando-se em espinhos. Inflorescência interfoliar, ramificada, com frutos alongados na cor roxo-escura quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira muito cultivada no Brasil, tanto em vasos de interior, principalmente quando novas, como nos jardins. Podem ocupar espaços isoladamente ou em grupos, formando detalhes.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Pinanga kuhlii
 
Descrição
Planta originária da Malásia, Java e Sumatra, de porte pequeno, atingindo até 5m de altura. Estipes múltiplos, revestidos de verde-forte e nitidamente marcados por nós e entre nós, lembrando caule de bambu. Folhagem pinada, com folíolos largos, fendidos irregularmente e com extremidades sulcadas. As folhas, quando novas, se abrem numa bela tonalidade bronzeada, proporcionando uma característica marcante na espécie. Inflorescência subfoliar, abaixo do palmito, na cor verde-amarelada, ramificada e pendente. Frutos ovalados que passam do vermelho para o preto. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira de grande efeito decorativo em função de sua densa folhagem, que coroa estipes intensamente verdes. Quando jovem é muito requisitada na formação de vasos para interior. Nos jardins, à meia-sombra, aparece formando conjuntos isolados ou maciços.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Pritchardia pacifica
 
Descrição
Planta originária das Ilhas Fiji e outras do Pacífico, de grande porte, com altura até 12m, estipe solitário, retilíneo, de textura lisa e pardacenta. Folhagem em leque, folhas grandes e muito decorativas, com o limbo plissado e consistente. Inflorescência interfoliar, muito ramificada. Frutos pequenos, de início, vermelhos que vão se transformando em negro-acastanhados. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta de grande potencial paisagístico devido a seu estipe elegante, coroado pelas majestosas folhas digitadas. Na juventude é bastante utilizada para vasos. Ideal para grandes espaços abertos, criando composições isoladas, em grupos ou fileiras. Muito difundida nas regiões litorâneas, mais precisamente no norte do Brasil.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Ptychosperma elegans
 
Descrição
Espécie originária da Nova Guiné e ilhas circundantes, estendendo-se pelas Ilhas Salomão, Carolina e norte da Austrália. Apresenta estipe solitário, delgado, elegante, com palmito proeminente e folhas pinadas, curtas, constituídas de pinas com ápices recortados irregularmente, em geral planas, ao longo da raque. Inflorescências subfoliares, abaixo da zona do palmito, ramificadas, sucedidas de frutos pequenos, globosos, na cor vermelho-vivo, quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira de uso crescente no paisagismo, P. elegans é ideal para composições em parques, avenidas ou jardim, como planta isolada, formando grupos ou enfileiradas, cultivada a pleno sol. Seu porte pequeno a médio possibilita o cultivo em jardins de áreas menores.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Rhapis excelsa
 
Descrição
Planta originária da região sul da China, de pequeno porte, atingindo até 2,5m de altura, com estipes múltiplos, eretos muito delgados e recobertos por uma estrutura fibrosa e escura. Folhagem em leque, profundamente recortada, com folíolos rígidos, lineares, de textura plissada e corroídos nas extremidades. Inflorescência interfoliar, expandida, porém curta, com flores na cor creme e que desenvolvem frutos pequenos, alongados, na cor clara quando amadurecidos. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Talvez seja a palmeira de interior mais cultivada, devido a sua tolerância a locais pouco iluminados. O conjunto dos estipes, encimados pela delicada coroa de folhas palmadas, revelam uma beleza singular, fazendo dela a preferida para espaços à meia-sombra. Nos jardins são aproveitadas nas composições isoladas ou para criar maciços. A forma variegada é muito rara e com pouca disponibilidade, ainda, para o paisagismo.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Roystonea oleracea
 
Descrição
Planta originária da Venezuela e Antilhas, de grande porte, chegando a 30m de altura. Seu estipe solitário, colossal, liso e retilíneo, muito elegante, arrematado por um volumoso palmito, intensamente verde, completa sua silhueta colunar. Grandes folhas pinadas, com folíolos longos, dispostos de maneira plana ao longo da ráquis. Inflorescência subfoliar, na base do palmito, bastante ramificada, que se transforma em cachos de frutos pequenos e alongados, na cor arroxeada. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira que ultrapassa séculos de vida, sendo por isso, vista em grandes composições paisagísticas do passado, como no jardim botânico do Rio de Janeiro. Seu porte altaneiro, simboliza o poder e a magnitude dos jardins reais. Planta somente recomendada para grandes espaços, e comumente usada para formar aléias nas composições clássicas.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Roystonea regia
 
Descrição
Planta originária do Panamá, Cuba e Guiana, de grande porte, com até 15m de altura. Estipe solitário, robusto, liso, aparentando coloração esbranquiçada, abaulado na base ou não, com palmito volumoso revestido de verde. Grandes folhas pinadas, com folíolos longos, inseridos em ângulos diferentes. Inflorescência subfoliar, na base do palmito, bastante ramificada. Frutos arredondados, pequenos e arroxeados. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Espécie geralmente confundida com a R. oleracea, porém, apresentando porte menor, e engrossamento na base do estipe nos primeiros anos de vida. Necessita de grandes espaços com sol direto para seu pleno desenvolvimento. Planta ideal para formação de aléias, como também, orlar grandes espelhos d’água.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Sabal palmetto
 
Descrição
Planta originária de Cuba e Jamaica, de grande porte, com até 15m de altura. Estipe solitário, espesso, um tanto dilatado na base e recoberto por restos de folhas velhas, mostrando uma bela textura trançada. Folhagem em leque, representada por grandes folhas de consistência rígida, costapalmada, repuxada, presas a pecíolos robustos. Limbo da folha dividido em segmentos, contendo fios entre eles. Inflorescência interfoliar, volumosa e ramificada, que se transforma em cachos de frutos arredondados e pequenos, na cor preta. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta que precisa de espaço considerável para estender sua monumental coroa de folhas palmadas, ainda nos primeiros anos de vida. Também muito ornamental pelo belo aspecto da textura do tronco. Entra nas composições paisagísticas, isoladamente, como centro de interesse ou formando grupos nos grandes espaços ajardinados.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Syagrus romanzoffiana
 
Descrição
Planta nativa com ocorrência nas regiões sudeste, nordeste, centro-oeste e principalmente sul do país, de grande porte, podendo chegar próximo de 15m de altura, dependendo da variedade. Estipe solitário, robusto, retilíneo, com anéis bem pronunciados. Folhagem pinada e arqueada, composta de folíolos crespos, compridos, brilhantes e pendentes. Inflorescência interfoliar e ramificada. Frutos arredondados, amarelos, quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira amplamente utilizada no paisagismo em todas as partes do país. Pelo fato de ser muito resistente a transplantes, ela oferece condições de ser colocada nos jardins, já adulta. Planta de grande valor ornamental, devido ao seu porte e suas folhas graciosamente arqueadas. Aparece nas composições paisagísticas, criando alamedas ou conjuntos isolados.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Trachycarpus fortunei
 
Descrição
Planta originária da China, de médio a grande porte, alcançando até 12m de altura. Estipe solitário, esbelto, recoberto por uma volumosa e persistente camada de fibras escuras, originadas das bases foliares, deixando o tronco muito mais espesso. Folhagem em leque, representada por folhas palmadas, rígidas e elegantemente recortadas até ao meio do limbo, dispostas no topo do estipe, formando copa curta e pouco densa. Pecíolos com protuberâncias denteadas. Inflorescência interfoliar, ramificada, vistosa, com flores amarelas. Frutos pequenos, reniformes, azul-claros quando amadurecidos. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta de notável potencial paisagístico, revelado pelo porte esbelto do estipe, coroado por folhas palmadas delicadamente recortadas. Espécie atraente desde a idade juvenil. Ideal para composições isoladas, formando grupos ou fileiras.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Washingtonia filifera
 
Descrição
Planta originária da América do Norte, de grande porte, chegando até 15m de altura. Estipe solitário, muito robusto, com textura atraente, produzida pela reminiscência das folhas velhas ainda aderentes, produzindo um desenho trançado. Folhagem em leque, com folhas grandes, rígidas, divididas em segmentos pendulares com muitos fios. E sustentadas por pecíolos vigorosos e fortemente armados por espinhos recurvados. Inflorescência interfoliar, ramificada e pendente, chegando a sobressair o limite da copa. Frutos diminutos e pretos quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira de porte majestoso, que impressiona pelo conjunto do estipe muito decorativo, aliado a bela coroa de folhas digitadas. Aos poucos, esta planta vem tomando espaço entre as espécies exóticas, e já estão sendo vistas em vários projetos paisagísticos por todo o país. Necessita de locais abertos e amplos para exibir seu grande potencial ornamental. Sugere composições isoladas, agrupadas ou formando fileiras.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Wodyetia bifurcata
 
Descrição
Única espécie do gênero, originária da região noroeste da Austrália, com estipe único, espesso na base e encimado por palmito proeminente e vistoso. Folhas pinadas, recurvadas, formadas por pinas de extremidades trifurcadas, inseridas em ângulos diversos, proporcionando a esta, aspecto plumoso e altamente ornamental. Inflorescências subfoliares, ramificadas, abaixo do palmito. Frutos globosos ou ovóides, de tamanho médio, na cor vermelho-alaranjada quando maduros. Propaga-se por sementes.
 
Uso paisagístico
Palmeira de aspecto encantador e de crescente popularidade em nossos jardins, embora seu valor comercial ainda é muito alto. Sua forma airosa propicia composições belíssimas nos espaços de parques, avenidas ou jardins, tanto isolada quanto na formação de grupos e fileiras.
 
Outras espécies
 
Foto: J. B. Sodré
Acoelorrhaphe wrightii
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aiphanes aculeata
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Areca catechu
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Areca triandra
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Arenga pinnata
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Bactris gasipaes
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Butia archeri
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Chamaedorea metallica
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Chamaedorea seifrizii
 
 
 
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Coccothrinax argentea
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Coccothrinax crinita
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Copernicia alba
 
 
 
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Cryosophilla warscewiczii
 
 
 
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Dictyosperma album
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Hyophorbe verschaffeltii
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Hyphaene thebaica
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Johannesteijsmannia altifrons
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Licuala spinosa
 
 
 
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Livistona rotundifolia
 
 
 
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Mauritiella aculeata
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Phoenix reclinata
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Phoenix rupicola
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Phoenix sylvestris
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Phoenicophorium borsigianum
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Pinanga coronata
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Ptychosperma macarthurii
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Raphia farinifera
 
 
 
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Ravenea rivularis
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Rhapis excelsa 'Variegata'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Sabal minor
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Syagrus coronata
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Syagrus flexuosa
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Syagrus glaucescens
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Syagrus picrophylla
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Syagrus schizophylla
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Trachycarpus martianus
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Trachycarpus wagnerianus
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Veitchia merrillii